novembro 29, 2010

Professor Pedrinho

Pedrinho, que bicho é esse que está a espreitar do casaco?
Gosto do teu ar de quem parece que está atento.

novembro 18, 2010

Fomos enganados!

Eu já desconfiava que as pulseiras não equilibravam muito bem e confirma-se.
O barco continuava a cair para todo o lado e já levavam duas pulseiras por remador, afinal era uma fraude. 

novembro 11, 2010

Inspirem-se!

 
Demorou a "blogar" algo mas este merece, sem dúvida.
Inspirador!
E depois de terminado este mundial, do outro lado do mundo, onde houve regatas a terminarem em verdadeira agonia, onde até ao toque final havia um lugar do pódio para discutir, parece óbvio que nos precisamos de inspirar.
Sempre, quando remava, me habituei a ver os estrangeiros a fazerem coisas fantásticas, inacreditáveis, inatingíveis, até poder treinar ao lado, gritar, aplaudir um 4x ligeiro a obter a primeira medalha em mundiais para Portugal.
Foi arrepiante ver o Luís Teixeira, o Mina,  Spi e o Leitão a voar naquela ponta final, a ganhar o seu lugar no pódio e na história.
Foi inspirador, poder perceber, afinal, que nós éramos como eles, e que eles afinal não eram doutro planeta.
Hoje, passados 16 anos, temos mais um excelente momento para nos inspirarmos.
Não houve medalhas, mas houve uma equipa competitiva, como Portugal já não se lembrava de ter, houve uma demonstração de vontade, de persistência, duma vontade férrea de querer ser melhor a cada regata.
Isto sim, deve ser um exemplo a seguir e para quem acha que eles, e outros, os tais do outro planeta, apenas chegam lá e remam, e ganham, só porque sim, não se iludam, por trás tem um caminho longo, muito longo até poderem parecer do outro planeta, incríveis.
Podíamos estar aqui a dissertar sobre como fazer esse caminho, mas não vale a pena.
Esse caminho não é para todos, e muitas, não poucas vezes, somos postos à prova e , ou somos rápidos ou não. No fim é so o que interessa.
Então temos uma equipa que se destaca das outras todas, não por serem de outro planeta, mas por quererem mais do que todos os outros.
Seria interessante, a bem no nosso remo, que fossem convidados a falar, conversar sobre o caminho deles, explicar o seu trajecto, alegrias e tristezas, que dificuldades, e  talvez isso ajudasse a termos, ou mais campeões, ou menos desilusões.
Parabéns, Londres é já ali!